sexta-feira, outubro 04, 2013

Trabalhando e aproveitando

Viajando à trabalho pode-se aproveitar bastante após o expediente e foi isso o que aconteceu comigo esses dias em que estive trabalhando no controle de pavimentação da rodovia estadual RS 122. A pequena Antônio Prado foi a cidade que me acolheu para descansar ao final dos dias.

Fui muito bem recebido no Hotel Pradense pelo recepcionista cujo nome eu não sei, simplesmente por que eu tenho a mania de esquecer nomes ou de não perguntar, principalmente se alguém apresenta fulano pra mim. A cama do hotel é maravilhosa, fiquei no quarto 16 se alguém quiser saber, mas a internet é ruim em todo lugar e ao reclamar fiquei sabendo que é um problema recorrente e que esperam melhorar se a Oi telefônica ajudar.

É a cidade das escadarias, tem pra todo lado e deve ser por isso que é também conhecida pela longevidade dos habitantes, mas na entrada da cidade os dizeres são: "Antônio Prado, a cidade mais italiana do Brasil", e é verdade!! É polentero pra tudo quanto é lado, tanto que haverá a segunda feira nacional da massa neste mês de Outubro (pesquisem quem tiver interesse).



A cidade situa-se numa topografia bastante acidentada, é sobe e desce toda a hora. O caminho que fiz foi da cidade de Vila Flores até Antônio Prado, uma estrada de chão em boas condições, com algumas belas vistas e um pouquinho daquele sentimento off road. Pelo caminho tu acharás a Gruta Natural, que é bem legal, confira!!







Fui extremamente bem atendido na central de informações turísticas da cidade, passem lá e verifiquem, a moça me contou toda a história da cidade, da colonização, do potencial que tinha (equivalente a cidade de Caxias do Sul). Enfim, passem lá.

Também existe na praça central, que é o centro histórico da cidade, diversas casas de três pisos que datam de mais de cem anos, vejam nas fotos a seguir. As placas ao lado relatam algum histórico das casas. Muito tri!!


































A igreja Matriz é bem bonita.



Olha tchê! Gostei mesmo da cidade, recomento principalmente para turismo, cicloturismo, pela gastronomia ou então só pra quem estiver de passagem como eu.

Pra quem é religioso não esqueçam de passar na Gruta da cidade, é muito bonita.





















E só para fazer um jabá do hotel, este é o clima aconchegante do saguão, no momento eu tomava um vinho tinto seco da região muito bom e a assistia a vitória do Grêmio, hehehe...



É pra vender!!




Voltando ao blog somente para postar imagens do novo e velho carro, pois o possuo a algum tempo. Preciso anexar as fotos do veículo num site e preciso dos endereços. aproveito para comentar algo sobre ele.

Comprei no final de Janeiro, mas pretendo vendê-lo,inicialmente por que quero o dinheiro ou se alguma troca me interessar também aceito.

O veículo está em bom estado, mas é claro, é de 98 e possui alguns defeitinhos, os quais não cabe comentar, coisa pouca.




A única viagem que fiz com ele foi no carnaval deste ano, fomos para Barra do Ouro/RS, próximo à cidade de Maquiné, mas este é um assunto para outra postagem, quem sabe. Abaixo mais fotos do carro.












Bom, quem tiver afim, entre em contato. Obrigado.

sábado, abril 28, 2012

Amizade antiga.



Comentar a respeito de amizade, principalmente amizade verdadeira, é complicado, pois atualmente é difícil de ser encontrada ou mantida. Tem vezes que amigos mentem, traem, maltratam ou até matam, entretanto, existem aqueles que ajudam, compartilham, defendem e também salvam.


Acredito que amizade possui vários níveis, mas não comentarei a respeito por que já tratei deste assunto numa postagem antiga e nela constava:

"Conheço tanta gente que chego a pensar: quem são os verdadeiros amigos,? Quais são os falsos, os mascarados, os que valem a pena, aqueles que usam minha imagem, os melhores amigos(as), aquelas amizades de festas, dá até pra fazer uma classificação e distribuir notas."

Sempre valorizei minhas amizades e em geral fiz mais pelos outros do que eles por mim, mas não vejo problema nisso, faz parte do meu caráter e gosto de ver o sorriso nos rostos das pessoas.

Posso dividir minha vida em duas partes já que reflito sobre amizade. Tive um grande grupo de amigos quando era criança e na minha adolescência tive outro bem distinto devido ao fato de ter mudado de endereço. Infelizmente perdi o contato com a maioria dos antigos amigos, mas tenho grande vontade de reencontrá-los.

Recentemente um velho parceiro entrou em contato, era o Adriano, que por ter quase a mesma idade, foi um dos grandes amigos que tive na primeira fase da minha vida. Ele tem mais dois irmãos, mas quem ficava nas brincadeiras era o de menor idade, o Fabiano. Eu os chamava de Adri e Tube, não lembro por que o segundo apelido, mas enfim.

Adriano, eu, minha irmã gêmea Pâmela e o fabiano.

Lembro das vezes que me chamavam para brincar e eu adorava por que eles tinham os brinquedos mais legais, mas não era por isso que eu gostava dos caras, pois geralmente ficávamos construindo durante horas estradas nas sarjetas da rua onde morávamos, mas no momento de brincar já era tarde, tinhamos horário para voltar para casa. Brincadeiras como tamp cross na argamassa, três corta em frente a grade da casa deles, tentar usar escondido o tchaco do Juli, fazer barreiras com entulhos perto do valão para depois destruir jogando pedras, buscar tampas de refri coca pra trocar por gelocósmicos, jogar taco e perder a bolinha na casa da "véia", jogar o atari em frente ao fogão à lenha do Seu Zé, rir de peidos barulhentos enquanto só eu não conseguia, usar a bici (bicicleta) como ônibus e carregar a galera, subir nas árvores dos vizinhos, "pegar emprestado" tampinhas de ferro dos ônibus, tentar andar de rôler e skate (nunca consegui andar de skate e desisti quando trinquei um dente), polícia e ladrão usando pernas de mesas como bazuca e pés de cadeiras como metralhadoras, o flíper da Berê, surfar em prancha de esopor no dia de Natal de 96 (rio Gravataí transbordou). Bah! Muita coisa trí.

A forte amizade entre a gurizada era tão grande que quando tinha alguma festa temática fechávamos a rua e montávamos tudo como se fosse o "festival da boa vizinhança" do Chaves. Nas festas Juninas tinha pipoca, quentão, bandeirinhas nos postes e até fogueira dentro do valão. No Natal era tudo expetacular com as crianças em frente as suas casas esperando pelo Papai Noel, onde percebíamos que era o Seu Zé pela pulseira que usava no braço. A maioria dos gurís ganhava o que queria e eu ganhava outras coisas, bola de basquete e chinelo Rayder (poucos sabem dessa história), mas era tudo muito tri.

Acredito que a inocência unia toda a criançada, contudo, conforme o tempo foi passando cada um foi tomando o seu rumo de acordo com suas preferências e quando aquela inocência ia diminuindo, um por um procurou seu outro círculo de amizade.

Sei que é muito importante o cultivo da amizade durante infância, pois desenvolve a capacidade de inter-relacionamento e cooperação, promove entre o grupo a vontade de descobrir tudo que está ao redor e estimula os sentimentos de respeiro, solidariedade, lealdade e confiança. A base de nossa vida passa pela vivência das primeiras amizades e nos prepara para as futuras. É como dizem, só ajuda e faz crescer.

domingo, fevereiro 19, 2012

Cão chupando manga.


Cusco é o nome dele.

É nosso cachorro, meu e da Kel.

segunda-feira, outubro 17, 2011

" Antes eu só saía para dançar e não conversava, nem sabia direito como fazer.


Agora saio pra conversar e não sei mais dançar."


Que coisa!